Como te deixar
Se me trazes num olhar
E me deita em seu Percal
Tão precoce e natural
Amor de vento sem litoral
Quisá te conher de verdade
Será mesmo grande necessidade
Camafeu valioso pedras tarbalhadas
No peito doença de saudade apertada
Amanhece em meus lençóis
Cheira cravo e damasco
Fruta madura tem gosto de fé
É da fé que me embriago
Junto aos anjos que nos cuidaram
domingo, 4 de abril de 2010
Seu olhar
Irrefragável seu obsevar
Até onde posso ,vou-me por completo
Meu rosto suor na pele de seu escrito
Meus peitos doce leito
Que te espera pra dormir
Marfim importuno turva o corpo
Ventre permeia seu dorso
Ao meu galopar
É só um sonho
Apaga a escuridão de meus olhos
Que te descobre fina película
Descosturando costumes
Não me deixam mais amar
Até onde posso ,vou-me por completo
Meu rosto suor na pele de seu escrito
Meus peitos doce leito
Que te espera pra dormir
Marfim importuno turva o corpo
Ventre permeia seu dorso
Ao meu galopar
É só um sonho
Apaga a escuridão de meus olhos
Que te descobre fina película
Descosturando costumes
Não me deixam mais amar
sábado, 3 de abril de 2010
Recado
Como não saber-te
Sentada frente aos sinais
Pareço enfrentar-te
Ante sons cores e dores letais
Se nem te tocas à canção
Quem então descreve tamanha emoção
Quem me faz ávida por beijos de herói
Vaqueiro do Serrado,desordeiro e beberrão
Testemunhe minha mensagem
Retornando-me tua atenção
Sentada frente aos sinais
Pareço enfrentar-te
Ante sons cores e dores letais
Se nem te tocas à canção
Quem então descreve tamanha emoção
Quem me faz ávida por beijos de herói
Vaqueiro do Serrado,desordeiro e beberrão
Testemunhe minha mensagem
Retornando-me tua atenção
sexta-feira, 2 de abril de 2010
Pontuação
Nas linhas ,nas frases
A vírgula que nos separa
Nos traços , nos mapas
O trajeto mal feito
Nas metas...há metáfora
Para cada crise,
Uma crase se manifesta
Uma clave de sol
Entoa a vida
Quando deseja você
A vírgula que nos separa
Nos traços , nos mapas
O trajeto mal feito
Nas metas...há metáfora
Para cada crise,
Uma crase se manifesta
Uma clave de sol
Entoa a vida
Quando deseja você
Fértil
Fértil e a sós
Nosso amor fecunda
Estranha lacuna
Deixada por nós
Sangra, clamando porto
Seguro, nesse momento
Meios aos laços, Nós....
Cinzas de Chapas e Cruzes
Serrado assim, ao meio
AvassalaDor de sentimento contido
Descansa em verde mato
Causa em mim algum receio
Fecunda a história
Da raiz ao fruto
Do sêmen à origem
Fértil e frágil
Na mata é virgem
Nosso amor fecunda
Estranha lacuna
Deixada por nós
Sangra, clamando porto
Seguro, nesse momento
Meios aos laços, Nós....
Cinzas de Chapas e Cruzes
Serrado assim, ao meio
AvassalaDor de sentimento contido
Descansa em verde mato
Causa em mim algum receio
Fecunda a história
Da raiz ao fruto
Do sêmen à origem
Fértil e frágil
Na mata é virgem
Des Encontros
Inato sentir
Filho de meu ventre
Rente pêlo em meu contorno
E o corpo arrepia frio
Meu coração
Voz ativa
Repete sonoras batidas
Arrítmicas
Raiz de outrora
Me zela
Me reza
Me canta e me deita
Rubra face
Quando descobre minha natureza
Escarlate em você
Sacramentando os encontros
Confessando minha alma
Que acabamos de esconder
Filho de meu ventre
Rente pêlo em meu contorno
E o corpo arrepia frio
Meu coração
Voz ativa
Repete sonoras batidas
Arrítmicas
Raiz de outrora
Me zela
Me reza
Me canta e me deita
Rubra face
Quando descobre minha natureza
Escarlate em você
Sacramentando os encontros
Confessando minha alma
Que acabamos de esconder
Tempo
Não quero marcar a hora de sair
Tampouco minha chegada
Contar de mim é me encantar
Com tudo de você
Minha respiração se encarrega disso
Quantas vezes a perdí
Em quantas te observei
Em sonho nos amamos
No raso há uma paixão
Profundo ,não mais voltamos...
Tampouco minha chegada
Contar de mim é me encantar
Com tudo de você
Minha respiração se encarrega disso
Quantas vezes a perdí
Em quantas te observei
Em sonho nos amamos
No raso há uma paixão
Profundo ,não mais voltamos...
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