Porta de entrada
Não comporta o que sinto
Planos de vida no
Papel de parede
Migalhas de nós
Espalham o ausente
Matrimônio mulher martírio
Manifesta presente
Agora que é tarde
Nada mais se vê
Atrever-se porquê
Se preciso não foi
Verdade de angustia
Vertigem ao caminhar
Viola sente saudade
Vulcão acorda no peito
Frida, calo-me
Florida se faz minha manhã
Fastío já passado
FInal feliz, será?
segunda-feira, 15 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Assim é que te encontro
Devolve-me a música
Que fiz pensando em tí
Revelo-me telúrica íntima impura
Esperando seus cortejos
A me encontrar madura
Na minha escrita estrada leito
Algumas palavras .....
Vindas de uma frase sua
De uma só vontade
Obceno aceno dizendo
Até onde me quer
Traz-me notícias suas agora
Permitindo imaginar-te
Se ao dia estás disperso
Vem com rimas impuras
Coração concreto couraça de
Que fiz pensando em tí
Revelo-me telúrica íntima impura
Esperando seus cortejos
A me encontrar madura
Na minha escrita estrada leito
Algumas palavras .....
Vindas de uma frase sua
De uma só vontade
Obceno aceno dizendo
Até onde me quer
Traz-me notícias suas agora
Permitindo imaginar-te
Se ao dia estás disperso
Vem com rimas impuras
Coração concreto couraça de
Peito cravado na faca afiada
Calhou -me certinho a dor que te sentí
Concertos de estragos
Extravio de nós
Papéis engavetados de frases compostas
Antes que a árvore grite seu tombo
E que mais uma vez
Fique o amor para tráz
domingo, 7 de março de 2010
Breu
Nada de luz
Às cegas
Acende a fresta
Tudo acontece
Nunca mais medo
Salvo o sagrado
Melodia de-amantes
Onde já fora segredo
Às cegas
Acende a fresta
Tudo acontece
Nunca mais medo
Salvo o sagrado
Melodia de-amantes
Onde já fora segredo
Linhas de catarse
Traço entre linhas
Um navegante só
Das historias que encontrei
As que me começou contar
N'algumas rastros nossos , rostos
À sós aos nós
Labirinto nosso
Remorsos do passado em náusea
Infeliz quando entrei naquele bêco
Você tomou a rua de baixo
Dalí perdemos o ponto nos olhos
De encontro
Embriagados caminhos descruzaram
Balcões porões porrada !
Reza estrada vela descarrêgo
Nunca você
Algum pressentimento
Nas minhas preces ,alívio
Indefinido centímetro
Marca o que nos separa e
Tudo que nos tem por perto
Dancei fados infelizes
Olhos tristes me observaram
A vida iria até alí , riría de mim ?
Selvagem que me coube um dia
Tivemos sós em nós dois
Sol à céu
Onde mais longe me arrisquei
Troquei bagagens temí barreiras
Tremí terror de noites quentes
Quando não vinhas ....-porque não vinhas?
- Bobagem tanta culpa
A bússola como companheira
Fez-me chegar ardente lareira
Avistar inquieto
Era um lar uma trincheira
Cor do negro no culto branco
Alma trigueira
Alí minha alma
Hoje mais calma
Catarse
Te encontro
Um navegante só
Das historias que encontrei
As que me começou contar
N'algumas rastros nossos , rostos
À sós aos nós
Labirinto nosso
Remorsos do passado em náusea
Infeliz quando entrei naquele bêco
Você tomou a rua de baixo
Dalí perdemos o ponto nos olhos
De encontro
Embriagados caminhos descruzaram
Balcões porões porrada !
Reza estrada vela descarrêgo
Nunca você
Algum pressentimento
Nas minhas preces ,alívio
Indefinido centímetro
Marca o que nos separa e
Tudo que nos tem por perto
Dancei fados infelizes
Olhos tristes me observaram
A vida iria até alí , riría de mim ?
Selvagem que me coube um dia
Tivemos sós em nós dois
Sol à céu
Onde mais longe me arrisquei
Troquei bagagens temí barreiras
Tremí terror de noites quentes
Quando não vinhas ....-porque não vinhas?
Nem meu tu eras
Tampouco eu era minha
Trilhei esporas caipira de outrora
- Bobagem tanta culpa
A bússola como companheira
Fez-me chegar ardente lareira
Avistar inquieto
Era um lar uma trincheira
Cor do negro no culto branco
Alma trigueira
Alí minha alma
Hoje mais calma
Catarse
Te encontro
sábado, 6 de março de 2010
Azul
Azul minha cor
Desce meu véu
Nos olhos que não são teus
Encerram textos
Compostos à sós
Palavras cruzadas
Nos nossos lençóis
Azul que me é mar
Em tí escurece
Nunca se faz tarde
Nos graves do seu tom
Nas grades
Quando emudece
Faz-me chorar
Por que azul
Tão sol tão mar tão sul
Toma minha palavra
Deixa a resposta precisa
Deixa a resposta precisa
E me acompanha
Com calma
Com alma de quem olha
Azul o horizonte
Com alma de quem olha
Azul o horizonte
Tarde da noite
Porque pensar poeta
Porque cansar a seresta
Cobre de sonhos o que
Detesta aprender
Canta metáfora
Toca em meu peito
Sensível desejo
Ponto de agulha meu leito
Porque cansar a seresta
Cobre de sonhos o que
Detesta aprender
Canta metáfora
Toca em meu peito
Sensível desejo
Ponto de agulha meu leito
Não mais te querias
Não me trazias mais alegria
Nem de mim tinhas
Suave bem vindo bom dia
Derramou sangue onde estava ferido
Lamento sutil visto de longe
Leite morno afagou monotonia
Não eras meu
Mas te queria
Rezo terço peço o eixo
Punho em pena verde
Traduzir apego
Desvelo quando me deito
Escreves em mim
Que te leio de novo
Em meu canto encontro socorro
No ventre nascias
Rótulos posses credos
Caminho em passos que me alcançou um dia
Benzedeiras de parto
Fizeram de mim parte do texto
Que existe aí dentro de tí
Nem de mim tinhas
Suave bem vindo bom dia
Derramou sangue onde estava ferido
Lamento sutil visto de longe
Leite morno afagou monotonia
Não eras meu
Mas te queria
Rezo terço peço o eixo
Punho em pena verde
Traduzir apego
Desvelo quando me deito
Escreves em mim
Que te leio de novo
Em meu canto encontro socorro
No ventre nascias
Rótulos posses credos
Caminho em passos que me alcançou um dia
Benzedeiras de parto
Fizeram de mim parte do texto
Que existe aí dentro de tí
Assinar:
Postagens (Atom)